quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PM mata suspeitos de serem tráficantes em Padre Miguel, no Rio - Rio de Janeiro - iG

 

Quatro suspeitos morreram no confronto. Um homem foi preso e um menor apreendido

iG Rio de Janeiro | 15/12/2010 07:47 - Atualizada às 12:30

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Policiais militares do 14º BPM (Bangu) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) trocaram tiros nesta quarta-feira com traficantes da Vila Vintém, em Padre Miguel, na zona oeste do Rio de Janeiro. Quatro suspeitos morreram no confronto. Segundo a PM, eles eram ligados ao tráfico de drogas na região.

Na madrugada, homens 14º BPM mataram um suspeito e apreenderam uma pistola calibre 9 mm e 86 sacolés de cocaína. Policiais também encontraram mais drogas no interior da favela ainda não contabilizada. Um homem foi preso e encaminhado para a 34ª DP (Bangu), onde o caso foi registrado. Um menor foi apreendido na ação e levado para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.

Já pela manhã, o Bope voltou a confrontar criminosos. Três suspeitos morreram. Foram apreendidos dois fuzis, duas pistolas, duas granadas, drogas e munição em quantidade ainda não contabilizada. O material foi levado para a 33ª DP (Realengo).

PM mata suspeitos de serem tráficantes em Padre Miguel, no Rio - Rio de Janeiro - iG

G1 - Policiais e militares que participaram de ocupações viram fetiche carioca - notícias em Rio contra o crime

 

Policiais e militares que participaram de ocupações viram fetiche carioca

Clube do Batom, na Zona Sul, tem shows de stripper com farda do Bope.
'A farda é uma fantasia. É um sonho de consumo', conta dona de casa.

Alícia Uchôa e Thamine Leta Do G1 RJ

Em tempos de "Tropa de Elite" batendo recorde de bilheteria e das ocupações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, os homens das polícias e das Forças Armadas viraram, mais do que celebridades, fetiche do imaginário feminino. Não era para menos.

Depois de uma semana sendo campeões de audiência nas principais emissoras de TV do país, já tem stripper fazendo show com algemas e armas (de brinquedo, claro) e mulher pedindo para ser ‘pacificada’ pelas beldades, em referência às UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) espalhadas por comunidades da cidade.

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No Clube do Batom, na Zona Sul, os shows tem até simulação de uma operação policial. “A ideia foi coisa minha. Eles estavam em alta e era o momento certo de botar o Bope na história. No show, ele empunha a arma, simula uma operação, revista as mulheres e as algema no palco”, conta Paula Blower, sócia do clube.

A coisa é tão real que o protagonista do show, a princípio, não queria aceitar a nova missão. Tinha receio de ser pego com apetrechos tão semelhantes aos reais no carro e ter problemas, seja com a polícia ou com bandidos.

Farda é feitiche entre as cariocas Farda é fetiche entre as cariocas (Foto: Thamine Leta/G1)

Farda e sensação de segurança
Entre as mulheres, a opinião é unânime: a farda e a sensação de segurança fazem desses homens o fetiche do momento. “A farda é uma fantasia. É um sonho de consumo, né? Eu pediria para meu namorado usar uma farda, mas não no carnaval, se não teria muita mulher pulando em cima”, contou a dona de casa Luana de Paula.

A administradora Camila Cardoso acredita que a farda é sinônimo de poder. “Mostra um certo poder, por isso pode ser que esteja na moda. E, como a violência está muito grande, principalmente no Rio de Janeiro, as pessoas vêem neles uma libertação”, disse.

Para o fisioterapeuta Marcio Antunes, as fardas despertam fantasias. "O homem de farda aumenta a libido da mulher, desperta fantasias, é uma questão de poder e proteção, e acho que a mulher gosta disso”, explica.

Moradora do Conjunto de Favelas do Alemão, a estudante Amanda Gomes, de 16 anos, contou que, depois da ocupação, a rotina do local não foi a mesma. "Os homens do Bope e do Exército fazem muito sucesso na comunidade. A mulherada adora. As meninas ficam dando em cima deles, na maior cara de pau. Pedem até telefone", disse.

G1 - Policiais e militares que participaram de ocupações viram fetiche carioca - notícias em Rio contra o crime

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Confiança na polícia - O Globo

 

Confiança na polícia

Publicada em 06/12/2010 às 18h37m

CARLOS WERNECK

O Rio de Janeiro vive dias tão difíceis quanto significativos. Há tempos não víamos - sem nenhuma saudade - o pânico da violência tomar conta das ruas, como nas últimas semanas. A aparente vitória do Estado na Vila Cruzeiro e no Morro do Alemão é um alento para toda a sociedade, que sonha há anos com um Rio de paz.

Mas há um outro fenômeno no ar, tão fundamental quanto a própria ocupação das favelas: o reconhecimento da população ao trabalho da polícia. Algumas crianças moradoras dessas comunidades afirmaram à imprensa que desconheciam o que era um policial e o seu trabalho. Uma total inversão de valores, em que o traficante era a autoridade máxima, e não o Estado.

Uma repórter da TV Globo recebeu, em uma caixa de fósforos, um bilhete anônimo de uma moradora grata pela ação da polícia. Como este, outros pequenos gestos de adesão vieram ao longo dos dias honrando os policiais, dignificando a população e tranquilizando a quem assistiu as recentes ações.

Se a população local respondeu positivamente, também pudemos acompanhar o contentamento de quem participou da missão. Jornais e a TV explicitaram a alegria e emoção de quem dedicou horas de trabalho, energia e sacrifício em benefício do restabelecimento da ordem em áreas esquecidas pelo poder oficial há décadas. Quem invadiu a favela esperando guerra, encontrou a amizade de moradores exaustos de serem reféns do poder paralelo.

Carioca - seja do asfalto ou do morro - é um povo acostumado, por diferentes razões, a associar a polícia com suborno, violência, medo e insegurança. Na ação do Complexo do Alemão, vimos, pela primeira vez, palavras como paz e confiança atreladas ao trabalho da polícia.

Essa desconfiança e distanciamento da polícia são um mal brasileiro. Em muitos países, ser policial é motivo de orgulho. O sucesso dos filmes "Tropa de Elite" ajudou a desmistificar as entranhas do trabalho policial, aproximando-o da sociedade civil. O elefante branco foi parar no meio da sala e resolvemos discutir o problema de frente. Descobrimos que policiais são funcionários públicos, incumbidos da nobre tarefa de nos defender e salvar vidas, assim como os médicos, mas com a diferença fundamental que, para isso, colocam as suas próprias vidas à prova.

O pontapé para a recuperação da confiança e admiração do carioca - algo que parecia impossível - já começou. As polícias Militar e Civil têm agora um duro trabalho pela frente: cortar o mal pela raiz, expulsando das corporações os oficiais que não honram suas fardas. Policial bandido é minoria. É a exceção e não a regra. Acabamos de ter uma histórica prova disso.

CARLOS WERNECK é empresário.

Confiança na polícia - O Globo

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Problema da violência no Rio são armas e não drogas, diz sociólogo

Da Redação, com Jornal da Noite

cidades@eband.com.br

Combater o tráfico de drogas é uma ilusão para o sociólogo Alberto Almeida, entrevistado pelos jornalistas Fernando Mitre e Boris Casoy no Jornal da Noite de segunda-feira.  "A questão toda não é o tráfico, a questão toda são as armas. Em todo o lugar do mundo tem tráfico, nos Estados Unidos tem, na Europa tem, mas as pessoas não morrem por causa disso como morrem no Rio de Janeiro”, afirma.
Almeida destaca que a apreensão de armamento nunca deixou de ocorrer em nenhum governo estadual, mas os equipamentos acabam voltando para as favelas por conta do comércio ilegal. “Se você tivesse aqueles mesmos traficantes sem armas, o problema estava resolvido”, opina, lembrando depoimentos de moradores das áreas ocupadas que viviam sob a ditadura dos criminosos.
Ruptura
Para o sociólogo, a grande novidade das operações das forças de Segurança é a demonstração do Estado do Rio de Janeiro de que deseja combater violência. “O governo precisa sinalizar isso para a corporação policial e sinalizou isso claramente.” Esse não teria sido o caso nas gestões anteriores.
Corrupção
Outra medida mais complexa, mas necessária para combater a violência na região, é eliminar a corrupção dos policiais. “A própria ocupação do Complexo do Alemão foi cheia de problemas e todas elas recaíram sobre a polícia. Essa semana os policiais foram proibidos de entrar no morro com mochilas”, afirma ele. Almeida cita até o Exército, que já teria manifestado o desejo de não permanecer indeterminadamente na área para que os soldados não fossem “contaminados” pela polícia.
Redator: Roberto Saraiva

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Rio 40 graus

02/12/2010 - 12h16 ,
Traficantes do Rio de Janeiro claramente não vivem um bom momento. Acuados pela lógica empresarial das milícias e pelas Unidades de Polícia Pacificadora, perderam territórios e ficaram perigosamente dispersos. Ao serem retirados imundos de bueiros no Complexo do Alemão, onde estavam escondidos, os traficantes inconscientemente produziram a melhor imagem da crise dos grupos criminosos cariocas.

Fica no ar a dúvida sobre os novos locais do tráfico, uma vez retirados das comunidades carentes.

Episódios de violência, como os do Rio de Janeiro, podem produzir efeitos interessantes, como a reformulação da polícia, que poderia acontecer via três eixos: remuneração digna, treinamento/seleção rigorosos e corregedoria que apurasse efetivamente os desvios de policiais. No Rio de hoje ainda existem bandidos, policiais e a polícia bandida.

Nas mensagens das TVs dos últimos dias há o perigo da glorificação militarista que passa a falsa impressão de que todo o problema da segurança pública pode ser resolvido com fuzis e blindados. Por exemplo, o Rio será a sede das Olimpíadas de 2016, e o esporte é grande vetor de cidadania. Não é hora de levá-lo maciçamente para todas as áreas do estado?

Os ataques dos traficantes contra ônibus e carros que geraram a reação da polícia não tiveram como alvo direto a população civil, e sim o Estado e seu aparato, que neste momento está com o pé na garganta do tráfico.

A população, insuflada pela mídia televisiva, e pelos filmes “Tropa de Elite”, tornou-se ativa no combate ao crime e inundou o serviço do “disque-denúncia” com informações que levaram a preciosas capturas.

Sabemos da encruzilhada histórica do Rio e da rara oportunidade de “virar o jogo”. Não deve desperdiçar a chance. Deve olhar para Bogotá e Medellín, na Colômbia, cidades outrora infernais, mas que receberam o apoio de todo o país para a pacificação de suas áreas, num processo que envolveu desde a repressão da polícia, passando pela construção de teleféricos nas favelas e até mímicos que orientam o trânsito e reduzem o estresse dos motoristas.

A Colômbia entendeu que é necessário mais do que a polícia. Faz-se necessário também eliminar o lança-chamas chamado caos social e econômico que incendeia as comunidades, sobretudo as mais pobres.

É necessário ainda buscar os grandes bandidos, os “peixões”, e eliminar a cultura de só se prender “pé de chinelo” no Brasil.

As classes sociais que desfrutam de alto padrão de vida e possuem acesso a serviços sofisticados só têm um medo no que se refere às instituições: a falta de segurança, o que não justifica que algumas pessoas defendam uma hecatombe nuclear nas favelas.

Outras invasões com sucesso dos morros cariocas já aconteceram. Agora aproximamo-nos da necessidade da melhor e mais difícil política, a da continuidade. O que será dos moradores quando as câmeras de televisão não estiverem mais lá?

O governador do Rio já havia acertado ao criar mobilização gigantesca contra a retirada do dinheiro dos royalties do petróleo do estado. Acerta de novo ao não permitir que os bandidos intimidem a população. Prova de que o Rio tem jeito, mas, por enquanto, ainda é o que cantou Fernanda Abreu: “Purgatório da beleza e do caos”.

EUA afirma que Brasil teme ataques terroristas durante Rio-2016, diz jornal

2 de dezembro de 2010 às 11:34
A situação da violência na cidade do Rio de Janeiro vive seu ápice nos dias atuais com a guerra contra o crime, mas causa preocupação já há algum tempo no governo brasileiro. Pelo menos é o que afirmou a embaixada dos Estados Unidos no Brasil, em documento revelado pelo website “Wikileaks”, de publicação de documentos confidenciais, que diz que o país tem sérios temores a ataques terroristas durante a Olimpíada de 2016 na capital carioca.

A informação é do jornal “Folha de S. Paulo”, que afirma que a informação consta de um telegrama emitido de forma confidencial em dezembro de 2009 pela ministra-conselheira da embaixada dos EUA, Lisa Kubiske. Apesar de relatar o medo dos brasileiros aos ataques, a conselheira contou que a Olimpíada no Brasil representa boas oportunidades comerciais.

De acordo com a publicação ao qual o jornal teve acesso, uma diplomata brasileira teria admitido o temor de problemas relacionados à segurança contra possíveis atentados – Vera Alvarez, chefe de Coordenação Geral de Intercâmbio e Cooperação Esportiva do Itamaraty.

“Ela admitiu que terroristas podem atingir o Brasil por causa da Olimpíada, uma declaração pouco usual de um governo que oficialmente acredita que não exista terrorismo no Brasil”, relatou Kubiske, no documento publicado pela “Wikileaks”, afirmando que o país ainda não havia se mexido para mudar a atual situação – o que faria os EUA entrar em ação.

“Já existem oportunidades para o governo dos Estados Unidos buscar a cooperação a respeito da Olimpíada e usar essa cooperação para ampliar seus objetivos no Brasil. Mas o risco é que governo relaxe após a vitória e não planeje a situação por deixar os detalhes de lado”, conta o telegrama.

Wikileaks saiu do ar e é investigado pelos EUA – O documento citado foi publicado no website Wikileaks, que hospeda milhares de documentos confidenciais que contém revelações bombásticas sobre diversas áreas da política e sociedade de vários países do mundo.

O site foi criado pelo australiano Julian Assange e hospedado no portal “Amazon.com”, tendo sido derrubado nesta quarta-feira pelo governo norte-americano por conta dos documentos publicados. Horas mais tarde, ele foi recolocado no ar segurado por um portal sueco.

Dentre outras revelações, o site traz uma ofensa dos Estados Unidos à Rússia, afirmando que o país do Leste Europeu é um “Estado de Mafiosos”, o que gerou um mal-estar entre os dois países que já guerrearam nos anos 1990, e logo após o atual presidente norte-americano Barack Obama tentar reestabelecer uma boa relação com o ex-rival político.

Mantenedor do site é considerado foragido por estupro – Assange, por sua vez, também tem problemas coma justiça mundial: ele está sendo procurado em toda a Europa sob a acusação de estupro por duas mulheres, que o denunciaram na justiça da Suécia. O dono do “Wikileaks” negou veementemente quaisquer acusações e alega sofrer uma campanha difamatória e perseguição política por parte da Suécia.

A imprensa inglesa afirma que Assange chegou a ser detido no Reino Unido. No entanto, um erro de redação no mandado de prisão emitido pela Suécia ocasionou a sua liberação. O advogado dele, Mark Stephens, afirma que ele realmente está no país, e que o seu paradeiro é sabido pelos serviços de segurança locais.

Polícia do Rio prende gerente do tráfico do Morro do Juramento

Foram apreendidos com ele uma pistola calibre .40, munição e parte de um fuzil AR-15.
PM também divulgou balanço das operações, com 37 mortos, nove feridos, 124 presos e 148 detidos

Veja também
Policia anuncia prisão de chefe do tráfico de drogas da Cidade de DeusPolícia do Rio prende chefe do tráfico de drogas da favela

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quinta-feira (2) o gerente geral do tráfico de drogas no Morro do Juramento. Thiago Braga de Souza Silva, 24 anos, é conhecido como “Sapão” e foi localizado na Avenida Pastor Martin Luther Jr., em frente à favela, em Thomas Coelho. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Carga (DRFC).

Foram apreendidos com ele 10 kg de maconha prensada, uma pistola calibre .40, três carregadores com munição, parte de um fuzil AR-15, 44 pedras de crack, 41 papelotes de maconha, 50 sacolés de cocaína e R$ 778.

Ainda nesta quinta, foi anunciada a prisão do foragido Anísio Nascimento de Oliveira, 44 anos. Ele foi preso na quarta (1º) por agentes da 29ª DP (Madureira). Havia um mandado de prisão contra Oliveira por formação de quadrilha ou bando.

Balanço das operações
A Polícia Militar (PM) também divulgou nesta quinta um balanço total das operações desde o dia 22 de novembro, quando uma série de arrastões deu início aos confrontos no Rio.

Foram incendiados 105 veículos, a maioria carros de passeio, 124 foram presos, 148 menores de idade detidos e 37 pessoas foram mortas. Nove ficaram feridos, entre eles quatro PMs.

A polícia apreendeu ainda uma bazuca, 222 arnas e 180 carregadores de diferentes calibres, 179 granadas e bombas caseiras, uma espada, 24,2 mil kg e 348 trouxinhas de maconha, 1,1 mil lanças-perfume, 563 papelotes de crack, 88 kg e 9,6 mil papelotes de cocaína, 12 coquetéis molotov, oito artefatos explosivos, 14 litros e sete galões de gasolina, cinco de álcool, 12 garrafas PET com material inflamável, seis dinamites, seis espoletas, quatro rádio-transmissores e mesmo cinco cadernos com anotações do tráfico.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Jogos de ação retratam violência e guerra nos morros do Rio .

Games como Call Of Duty e Counter Strike ratratam favelas da cidade

Em uma relação com a realidade, games de ação já lançados e de grande sucesso do público, como "Call of Duty: Modern Warfare 2" e "Counter-Strike", possuem em seus diversos mapas, a cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente, as favelas da cidade e seu grande teor de violência.

Em missões como a do game "Modern Warfare 2", há diálogos de provocação por parte dos bandidos, frases como "Você ta achando que é mais malandro que eu?!" ou "Vai morrer todo mundo aqui!" são frequentemente ouvidas, além da semelhança com algumas roupas usadas pelos verdadeiros bandidos como camisetas amarradas na cabeça, chinelos, bermudas e camisas abertas.

Já em "Counter-Strike", ao atravessar becos e barracos uma musica funk de tom de provocação contra os policiais é ouvido ao fundo: "E os terceiros vão descendo a ladeira / Levando tiro pela frente pelas costas / E o comando traficando a noite inteira / Que coisa linda que coisa maravilhosa".

Segundo Mataleone, designer de fases para jogos, a favela existente em "Call of Duty: Modern Warfare 2" seria a favela Pavão-Pavãozinho (Morro do Cantagalo), no bairro de Copacabana.

Nas missões que o jogador tem de realizar no Rio de Janeiro, a proximidade com a realidade chega a impressionar com as imagens que estão circulando frequentemente na mídia: moradores da favela correndo tentando se salvar, inúmeros bandidos provocando e exibindo armas de fogo de alta potência, becos e longas escadarias com baixa iluminação.

A fuga de centenas de criminosos por uma mata da Vila Cruzeiro para o complexo do Alemão, ambas comunidades que ficam na zona norte do Rio de Janeiro, na semana passada, virou um jogo na internet. No game, criado pela empresa Pindorama, a missão do jogador é usar o mouse para matar os fugitivos e evitar que eles cheguem ao destino.

De acordo com a empresa, o jogo, chamado Fuga na Vila Cruzeiro, foi "criado apenas com o objetivo de fazer uma crítica social".

– O objetivo do jogo não é matar os traficantes, nem tampouco deixá-los fugir, é apenas mostrar um novo ponto de vista para a situação e deixar cada um agir e tirar suas próprias conclusões. O jogo também não tem um final, deixando o jogador livre para ir até onde quiser, observando ou interferindo no acontecido.

Veja o jogo onde voce pode matar os traficantes fugindo da Vila Cruzeiro. click no link abaixo:

http://www.kongregate.com/games/pindorama/fuga-da-vila-cruzeiro?sfa=permalink

E agora Brasil!!

Bandidos do Rio de Janeiro estão migrando para outros estados. Hoje foi preso em São Paulo um traficante do rio que chegou no terminal Rodoviério do Tietê e após pegar um Taxi assaltou o mesmo e foi preso logo em seguida pela policia.
Esses bandidos estão pensando que aqui em São Paulo é que nem no Rio, estão enganados, a Policia de São Paulo não brinca em Serviço, se tiver que atirar vão atirar e não vai deixar esses bandidos fazer o terror aqui em São paulo.