segunda-feira, 29 de maio de 2017

Rio de Janeiro, Cidade linda porém destruida pela corrupção e a falta de segurança.

sábado, 9 de abril de 2011

Polícia divulga carta deixada pelo homem que atirou em escola no Rio.

 

Polícia divulga carta deixada pelo homem que atirou em escola no Rio

Da Redação

cidades@eband.com.br

Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, que atirou em uma sala de aula da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, deixou uma carta antes de cometer o ato. O tiroteio deixou 12 mortos – 11 crianças e o próprio atirador. Veja abaixo o documento, divulgado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.

Confira a carta deixada pelo homem que atirou em escola no Rio

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Polícia divulga nova lista com nome dos mortos em massacre no Rio

 

Polícia divulga nova lista com nome dos mortos em massacre no Rio

Foto: Jadson Marques/ AE  Onze alunos da escola foram mortos na manhã de ontem no Rio de Janeiro

Onze alunos da escola foram mortos na manhã de ontem no Rio de Janeiro

Da Redação

cidades@eband.com.br

A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou, na manhã desta sexta-feira, uma nova lista com o nome de dez crianças mortas durante o massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo. No total, foram 12 os mortos, incluindo o atirador.
As vítimas identificadas até o momento são:
1- Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira Machado, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- menina não identificada
Segundo a assessoria de imprensa da corporação, o corpo de uma menina aguarda identificação dos familiares. A Polícia Civil corrigiu a informação dada anteriormente sobre o número de mortos e voltou a afirmar que foram 11 crianças mortas mais o atirador.
Terror

Na manhã desta quinta-feira, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, fingindo ser um palestrante. Armado, ele atirou contra professores e alunos.
O atirador deixou uma carta antes de cometer o ato. No documento, ele pede perdão a Deus e dá instruções para seu sepultamento. O atirador pede ainda que a casa onde morava, em Sepetiba, seja doada para instituições que cuidam de animais.
Veja a íntegra da carta aqui.
Redatora: Bárbara Forte

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Atirador mata ao menos 12 pessoas em escola no Rio de Janeiro - brasil - Estadao.com.br

 

Atirador mata ao menos 12 pessoas em escola no Rio de Janeiro

Pelo menos 22 pessoas ficaram feridas no tiroteio; atirador, que seria ex-aluno, suicidou-se.

07 de abril de 2011 | 10h 51 

Um homem efetuou vários disparos contra alunos de uma escola municipal em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, matando ao menos 12 pessoas na manhã desta quinta-feira. O atirador suicidou-se em seguida.

O incidente ocorreu por volta de 8h da manhã na Escola Municipal Tasso da Silveira.

Em entrevista ao canal de televisão GloboNews, o relações-públicas da Polícia Militar, tenente-coronel Evandro Bezerra, afirmou que além dos 13 mortos, outras 22 pessoas teriam sido feridas.

De acordo com informações da Polícia Militar, o atirador seria Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, ex-aluno da escola.

Os feridos estão sendo levados para o Hospital Albert Schweitzer, em Nilópolis. Ainda não há maiores informações sobre o caso. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.



Tópicos: Rio de janeiro, Escola, Tiroteios, Homem, Alunos, Invasao, Nacional, Geral

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Advogado que bateu em paredão na Chapada matou amante e delegado

Da Redação - Alline Marques
Foto: Jupirany Devillart

Paulo Roberto se machucou ao pular da janela do antigo prédio da DHPP, em 2004O advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos, 52, que ficou gravemente ferido após colidir no paredão do Portão do Inferno em Chapada dos Guimarães, já tem um histórico de violência que chegou a chocar a população mato-grossense em 2004, quando foi acusado de matar a amante decapitada em um motel de Juscimeira. Ele também é o autor do assassinato de um delegado no Rio de Janeiro.

Autor de dois assassinatos, Paulo Roberto ainda protagonizou uma cena pouco comum. Ele pulou da janela do antigo prédio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que ficava no quarto andar. Com braços e pernas fraturadas ficou um bom tempo internado no Pronto-Socorro de Cuiabá, tempo suficiente para polícia descobrir que o nome usado por ele era falso.

O advogado se apresentou na época como Francisco de Ângelis Vaccani Lima. Ele era um empresário do ramo de autopeças em Lucas do Rio Verde. O nome falso foi aderido quando fugiu do Rio de Janeiro, onde era policial e acusado de matar um delegado, para Mato Grosso. Só que este não foi a única identidade falsa, o advogado também chegou a realizar algumas transações financeiras sob o nome de Francisco Ângelis Moreira. Paulo Roberto foi indiciado por falsidade ideológica.

A vida de Paulo Roberto renderia um ótimo roteiro de filme. Em 1998, o advogado, na época policial civil, estava em uma viatura na cidade de Araruama, quando atirou na nuca do delegado Luiz Eduardo da Rocha Coelho após uma discussão. Ele foi preso por outro policial que estava no carro e encaminhado para Polinter caioca, mas conseguiu fugir, passando por vários estado até chegar em Mato Grosso.

Vivendo uma vida aparentemente normal, empresário bem sucedido e casado, Paulo Roberto se envolveu com a estudante de fisioterapia, Rosimeire Maria da Silva. Com pouco mais de um ano juntos, desconfiou que a amante estaria lhe traindo, contratou um detetive particular e diante da suspeita, convidou a jovem para uma viagem. Com conhecimento policiais, o advogado agiu de forma a dificultar a investigação. Ele levou a amante para um motel em Juscimeira, onde a decapitou, cortou as falanges e jogou o corpo no rio São Lourenço. A cabeça teria sido jogada no rio das Mortes, mas não foi encontrada.

Com muita frieza, Paulo Roberto ainda consolou a mãe de Rosimeire e acompanhou uma vistoria da polícia no apartamento da jovem. Três dias depois chamado para depor, ele pulou da janela. O que levantou suspeita dos agentes da DHPP.

Em agosto de 2006, Paulo Roberto foi condenado a 13 anos pelo assassinato do delegado carioca e em setembro do mesmo ano foi condenado a mais 19 anos de prisão pela morte da amante. Ele deveria estar cumprido pena e ainda não se sabe o motivo pelo qual o advogado está solto.

A equipe de reportagem do Olhar Direto tentou saber informações sobre o estado de saúde de Paulo após o acidente, mas ainda não conseguiu saber para onde foi levado. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ele teria sido encaminhado ao Pronto-Socorro, mas a assessoria do hospital não confirma.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Polícia faz megaoperação em favelas do Rio de Janeiro

 

Polícia faz megaoperação em favelas do Rio de Janeiro

Da Redação, com Band News FM

cidades@eband.com.br

A polícia iniciou às 6h deste domingo uma megaoperação para ocupar nove comunidades do Estácio, Rio Comprido e Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Mais de 700 policiais, entre militares, civis e federais vão instalar UPPs (Unidade de polícia pacificadora) na região do Complexo de São Carlos.
A ação ainda conta com o auxílio de cinco blindados da Marinha e não tem data para terminar. A previsão da Secretaria estadual de Segurança Pública é de que a varredura dure mais de um mês, até que sejam inauguradas as UPPs.
A ação simultânea acontece nos morros de São Carlos, Mineira, Querosene, Fogueteiro, Zinco, Fallet, Coroa, Prazeres e Escondidinho.

Caveirão do ar

O helicóptero blindado da PM, apelidado de "caveirão do ar" faz sua estreia na operação e dá apoio ao Batalhão de Operações Especiais. O veículo, chegou ao Rio na última sexta-feira, tem capacidade para 15 pessoas e no mesmo dia recebeu autorização para funcionar. O helicóptero foi usado pelo exército americano na Guerra do Vietnã e custou cerca de R$ 12 milhões.
O Batalhão Florestal fica responsável pelas incursões na mata. Depois, equipes da companhia de cães vão entrar em operação. Já a Polícia Civil faz o cerco em todas as entradas das favelas.
Uma equipe de 250 policiais civis de sete delegacias especializadas está de prontidão na Chefia de Polícia Civil, onde está sendo monitorada a movimentação de bandidos dessa região para as outras favelas.
Equipamentos tecnológicos
As próximas aquisições da Secretaria estadual de Segurança Pública devem ser os óculos de visão noturnas, metralhadoras Minimi e o identificador de disparo.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Opinião - Carnaval e tristeza - Diário do Nordeste

 

Carnaval e tristeza

28/1/2011

O Carnaval trará consigo o som dos batuques, dos atabaques e dos afoxés, o ritmo das escolas de samba, a alegria do frevo e a cadência dos maracatus, mas, em surdina, fazendo contraponto, ouvir-se-á o réquiem pelas centenas de vítimas das enchentes do Rio de Janeiro e de outros milhares silenciados e mortos pela violência.
A catarse popular, numa forma de buscar-se ou de perder-se, sonhará sonhos de alegria e de felicidade, mesmo passageiros - pois passageira é a vida e o seu rosário de dores e de infortúnios. Todos, por um momento, sentir-se-ão outro - reis, rainhas, valetes ou simples coadjuvantes da tragicomédia humana, ao som dos foliões vassalos transformados em súditos de momo e de Dionísio, tal como sucedia na Roma dos imperadores pagãos, a ofertarem pão e circo às massas sedentas de espetáculos. A carne, de onde advém Carnaval, será mais uma vez celebrada, ao impulso do prazer orgiástico, das emulações do sexo e do álcool.
A dor, a lágrima, a tristeza, a fuga do sorriso, estes sentimentos serão mais que nunca experimentados pelos órfãos sobreviventes, pelos avós sem netos , pelos netos sem avós, pelo marido sem esposa, e vice-versa. Um toque de silencio, apenas percebível no coração, ganhará os céus como saudade sem remédio em homenagem pela vida do caçula, mal completara 15 anos - abatido por bala sem destino ou com destino certo.
Será, portanto, um Carnaval de contrastes, acentuando a loucura e a indiferença de uns para com os outros. Mas a vida é como uma roda, uma roda gigante, como o poeta a comparou. Enquanto uns vão entrando, outros vão saindo, e todos vão girando na roda da vida, indecifrável e indefinida.
Para uns, o réquiem, para outros, o ronco das cuícas e das batidas dos pandeiros, ao som dos reco-recos. Sempre foi assim. E o homem continuará a interpretar múltiplos papéis no palco da existência, alternando comicidade e tragédia, tais como as agora vivenciadas na sociedade, na política, no desgoverno dos homens. Saravá, meu pai, avoé.
Eduardo Fontes - jornalista

Opinião - Carnaval e tristeza - Diário do Nordeste